Quem tem maior risco de ter uma trombose depois da cirurgia

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As pessoas idosas têm viajado cada vez mais e muitas são viagens de longa distancia o que aumenta a preocupação com o risco de tromboembolismo venoso.

A imobilidade provoca estase venosa (fluxo lento) que pode levar a formação de coágulos nas veias profundas das pernas. Mas um problema mais grave que também pode acontecer em viagens de longa distância é a Trombose Venosa Profunda (TVP). Ao ficar por muito tempo sentado na mesma posição, o fluxo do sangue na corrente sanguínea pode parar, podendo formar trombos (coágulos) nas veias das pernas. Os sintomas muitas vezes podem ser sentidos após a viagem, quando a pessoa chega no destino e muitas vezes é confundido com mal súbito. E isso se agrava ainda mais nas pessoas que ficam muito tempo em pé ou sentadas. A primeira recomendação é o paciente usar meias elásticas durante o dia, pelo período indicado pelo cirurgião vascular, logo que voltar a andar. O ideal é que pacientes com varizes adquiram o hábito de vestir as meias diariamente, ainda mais se precisam permanecer muito tempo em pé ou sentados por algum motivo. Quem tem varizes pode viajar de avião, porém deve seguir algumas medidas para melhorar a circulação sanguínea das pernas e dos pés durante o voo. Do mesmo modo, durante longas viagens de carro, autocarro, comboio ou avião, e sempre que possível, deve andar um pouco para favorecer a circulação do sangue nas veias.

Se algum médico indicou uma cirurgia de varizes para você, não se assuste, é muito mais simples do que você imagina!

  • Exercícios para panturrilha frequentes
  • Caminhar e se movimentar frequentemente
  • Escolher o assento do corredor

Usar vestuário e sapatos apropriados O vestuário apertado comprime as veias e pode bloquear a circulação do sangue nas pernas.

Para quem tem varizes, porém, é recomendável movimentar-se a cada uma ou duas horas, pois, embora seja raro, pode ocorrer uma flebite (inflamação das veias). Por causa disso, algumas pessoas me perguntaram a respeito do risco de ter uma trombose durante as viagens de avião. Esse estudo também observou que, quanto mais longa a viagem, maior o risco de ter trombose. Portanto, para quem tem algum dos fatores de risco que eu citei acima vale a pena agir para diminuir o risco de ter uma trombose durante uma viagem de avião. Nesses casos há indicação de tomar medicação anticoagulante como prevenção a uma nova trombose (especialmente se a viagem é mais longa do que 8 horas). Ou seja, andar de avião é muito mais perigoso do que se pensa, e as mortes não são causadas por quedas de avião. (Lido por 18235 pessoas até agora) Questiona-se sobre se quem tem varizes pode viajar de avião? Bem, esta é, sem dúvida, uma questão recorrente e certamente muitas pessoas preocupam-se com viajar de avião com varizes devido ao risco de desenvolver Trombose Venosa Profunda (TVP). Bem, um dos riscos frequentemente associados a uma viagem de avião é a Trombose Venosa Profunda (TVP).

Neste artigo (com vídeo) você saberá se pode, o que pode e como pode fazer musculação e atividades físicas para ajudar sua circulação venosa nas pernas, e muito mais…

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A Trombose Venosa Profunda, para sua informação, é uma condição muito diferente das varizes.

Em todo o caso, existem fatores que aumentam o risco de desenvolver TVP e, infelizmente, um desses fatores pode ser precisamente as varizes. No cômputo geral, aparentemente, uma pessoa que sofra de varizes tem uma possibilidade ligeiramente maior de desenvolver TVP. Não é claro se as próprias varizes causam este aumento do risco, ou se as pessoas que são suscetíveis às varizes são simplesmente mais suscetíveis à TVP. A melhor coisa que pode fazer se estiver realmente preocupado sobre se quem tem varizes pode viajar de avião é consultar o seu médico. Já aqui vimos quando pode viajar de avião após uma cirurgia, e efetivamente o desenvolvimento de TVP é uma possibilidade após uma cirurgia, seja de que tipo for. Mas, curiosamente, o risco de desenvolver TVP como resultado de uma cirurgia às varizes é ligeiramente mais baixo quando comparado com outras cirurgias, como, por exemplo, uma cirurgia abdominal. Nessas situações, novamente, nada como consultar o seu médico antes de viajar de avião, especialmente se você tiver mais alguns fatores de risco, cujos exemplos veremos abaixo. Por conseguinte, viajar de avião grávida pode aumentar também o risco de desenvolver varizes. Existem muitas coisas que você pode fazer para reduzir o risco de desenvolver TVP durante um voo, quer você tenha varizes ou não.

Mas quem são as pessoas que têm mais risco de ter trombose e devem tomar mais cuidado nas viagens longas?

  • Meia elástica 34 de 15-30mmHg, bem ajustada, sem garrotes ou engruvinhamentos
  • Uso de anticoagulante ou antiagregante somente com indicação médica naqueles pacientes que os benefícios superam os riscos

A trombose venosa caracteriza-se pela formação de coágulos (trombos) dentro do sistema venoso (das veias) que podem obstruir total ou parcialmente o fluxo de sangue no vaso sanguíneo acometido.

Quando acometem o sistema venoso profundo, a patologia é chamada de Trombose Venosa Profunda (TVP) e é associada com risco elevado de desenvolvimento de Embolia Pulmonar. Quem tem mais risco de desenvolver uma Trombose Venosa? Se você possui algum desses fatores, você já possui mais chances de desenvolver uma trombose venosa comprado a população em geral, independente de estar ou não realizando uma viagem prolongada. Se você possui mais de um daqueles fatores de risco citados acima, então é muito recomendável consultar um médico antes de viajar. Os sintomas da Trombose Venosa Profunda podem ser reconhecidos ainda durante a viagem, sendo os mais comuns dor e inchaço. Caso a pessoa apresente fatores de risco, meias de compressão elástica também podem ser utilizadas para diminuir as chances de ocorrência da trombose. Assim, se essa trombose acontece nas veias profundas da perna, encontraremos uma perna inchada, dolorosa e mais quente se comparada com a outra perna. Para fins de estudos, a viagem longa é considerada aquela com mais de 3 horas de duração, e a trombose pode ocorrer até 4 semanas depois do evento. Então, mesmo para quem não tem fatores de risco, o uso da meia elástica pode ser benéfica, diminuindo o inchaço, sensação de peso e dores nas pernas.

Procurar ficar um pouco mais em repouso nos 2 primeiros dias após a cirurgia: deitado ou sentado com apoio sob as pernas.

Neste cenário, um assunto muito comentado e discutido anos atrás volta à tona: o passageiro de um avião pode ter problemas nas pernas? Viagens muito longas em que o passageiro fique sentado na mesma posição por muito tempo em qualquer meio de transporte podem causar inchaço nas pernas e um certo desconforto. Uma pessoa que trabalha o dia todo sentada ou em pé na mesma posição tem mais chance de desenvolver varizes do que o viajante eventual. “Dor nas pernas, inchaço e um certo desconforto são comuns, mas é exagero associar uma viagem de avião ao surgimento de varizes e outras complicações”, complementa o professor. Mas em voos longos, isso cria um outro problema: o risco de trombose das veias profundas das pernas, que pode levar a uma embolia pulmonar, que pode ser fatal. E se chegar a tempo, a resposta do paciente ao tratamento pode demorar horas, dias ou meses, durante os quais ele ainda estará numa situação delicada e correndo perigo. Talvez porque a combinação de imobilidade com desidratação (muito comum em viagens aéreas, até sem a pessoa perceber) dificulte ainda mais a circulação venosa e favoreça a formação de trombos. Se você consegue dormir em avião (ainda mais na classe econômica), também não precisa acordar só para isso. Cinco dias após a cirurgia de varizes, se o paciente tiver esparadrapos nas pernas, estes poderão ser retirados.

Quem tem trombose venosa pode queimar os vasinhos que tem nas pernas?

são veias das pernas (± 90% dos casos) e os sintomas mais comuns são a inchação e a O processo iniciado em uma ou mais veias das pernas podem se estender, levando à A Trombose Venosa Profunda, hospitalar ou extra-hospitalar, ocorre com mais Portanto, qualquer pessoa com problema cardíaco e/ou pulmonar deve consultar um médico antes de fazer uma viagem de avião. Por isso, pessoas com cirurgia pulmonar ou abdominal recente não devem viajar de avião. Isso ocorre porque quando ficamos muito tempo sentado dificultamos o retorno do sangue pelas veias, ficando este represado nos membros inferiores. Nas viagens de avião de longa duração há um risco maior de desenvolver trombose venosa. Pessoas que já têm a uma tendência familiar para ter trombose estão sob um risco ainda maior. A trombose venosa durante viagens de avião também é conhecida como síndrome do viajante ou síndrome da classe econômica.

Viagens muito longas, em que o passageiro passa muito tempo sentado na mesma posição, em qualquer meio de transporte, podem causar inchação nas pernas e um certo desconforto.

Pelo mesmo mecanismo, as meias elásticas ajudam a evitar o nas pernas, muito comum nas viagens muito longas. Além da meia elástica, as seguintes medidas podem ajudar a : Olá, {{$root.consumidor.nomeCompleto}} A viagem de avião após uma cirurgia dependerá do tipo de cirurgia e anestesia feita. Em cirurgias mais simples, laparoscopia e colonoscopia a viagem pode ser após 2 dias. Caso for viajar de avião após uma cirurgia, converse com o/a cirurgião/ã para orientar as medidas que devem ser tomadas e evitar complicações. Se você vai passar quatro horas ou mais dentro de um ônibus ou de um avião, tome cuidado com a trombose. O sangue fica mais grosso e aumenta o risco de entupimento de alguma veia ou artéria. O problema não se restringe às pernas – o sangue que engrossa lá pode bloquear a circulação no pulmão, por exemplo, o que causa uma embolia. Na viagem, o risco aumenta porque a pessoa passa muito tempo sentada. A trombose do viajante recebe também o apelido de “mal da classe econômica”, porque nessa parte do avião é ainda mais difícil se movimentar. A erisipela é mais comum nas pernas, mas pode aparecer no rosto, cotovelos e em outras partes do corpo. Quando a paciente já apresenta varizes, a contração muscular aumenta o refluxo venoso, por isso elas ficam mais salientes logo após o exercício. Pacientes que apresentam predisposição genética ou familiar, quando ficam muito tempo em pé ou sentados podem desencadear varizes e dores nas pernas. Muitas das pacientes que mudam para residência com escada ao apresentarem dores nas pernas passam a observar mais as pernas e notam varizes. É frequente nessas viagens as pacientes apresentarem dores e edemas dos membros inferiores, podendo também desencadear trombose venosa profunda (síndrome da classe econômica). Risco moderado: pessoas com mais de 40 anos que tomam contraceptivos orais, terapia de reposição hormonal ou com obesidade, problemas com varizes, insuficiência cardíaca, gravidez ou são fumantes.